Momento “Te dou um dado”: Barrichelo

E de uns tempos pra cá o Barrichelo resolveu mudar o estilo e virar um Bad Boy. Só não aprendeu a ganhar corridas e que depois de velho, essas coisas ficam ridículas…

Administra a tua a vida e deixa a minha!

Odeio estudar administração do fundo do meu coração. Os textos motivacionais me desmotivam pelos erros de português e falta de criatividade na escrita. Das duas, uma: ou eu nasci com o dom de administrar ou é tudo muito previsível. E eu não dispenso uma boa surpresa.

Acredito que é interessante termos um administrador profissional na gerência do país, mas outro dia fui obrigado a ler um absurdo que dizia que isso, por si só, era a solução contra todos os problemas sociais do Brasil. Se não fosse um insulto tão grande a inteligência de uma ameba, acho que ficaria com a barriga doendo de tanto rir.

Acontece que eu preciso ver baboseiras como essa todo dia afim de manter o meu emprego e ter condições de pagar o meu aluguel…

Luz vs. Ladrões

Vocês já notaram que as pessoas costumam deixar alguma luz da casa acesa ao sair de casa? Pergunte a elas o porquê dessa atitude e a resposta será uma: espanta os ladrões. Eu sou o únio que sabe que luzes não são para ladrões como kriptonita é para o Superman?

Imagine se você fosse um ladrão, seu pensamento seria "Oh, aquela casa está vazia e tem coisas de grande valor, mas os malditos donos deixaram a luz acesa e agora estou perdido."?

 

 

Fantástico

Outro dia, li em algum site que a Glória Maria ia dar um tempo no jornalismo. Agora, cá entre nós, que porra temos a ver com isso?! Ah, foda-se.

Será que ele é?

Puta coisa estranha é esse tal caso do Richarlyson. Sou são-paulino e não tenho exatamente porra nenhuma contra os gays (deixando claro que sou hetero). O lance é que um cartola do Palmeiras resolveu chamar o cara de veado. O Richarlyson, claro, entrou com um processo contra o dirigente. Aí entra outra parte bizarra dessa história: o juiz agiu de maneira preconceituosa e homofóbica.
Ok, até aí todos nós sabemos o que aconteceu, mas tem uma coisa que não ficou nítida nisso tudo:
AFINAL DE CONTAS, ELE É OU NÃO FRESCO?!
Se eu fosse repórter esportivo, não deixaria uma coletiva do São Paulo Futebol Clube sem mandar essa… 

Agora chega!

Chega de vidinha medíocre. Vou correr atrás do que quero. Sei que parece fácil, mas não é. Nada tem sido fácil ultimamente. Estou morando sozinho. É complicado. Vâmo que vâmo!

Comentários em blogs

Eu sei cozinhar, lavar, passar, varrer e escrever textos non-sense, mas se tem algo que não sei fazer é comentar em blogs. Isso pode gerar complicações (acreditem…), afinal de contas, segundo o mais avançado observatório da NASA, apenas o Universo é maior que o ego de um blogueiro. Aliás, "voticontá": não entendo esse estrelismo sendo que a pessoa está escrevendo em um veículo cujo proprietário é ele mesmo.

Não é má vontade. Trata-se de falta de identificação mesmo. Você escreve poesia? Pois é, dificilmente gosto de alguma. O assunto é panela blogueira? Apesar desse post falar disso, odeio esse tema. Pegaste uma notícia e comentaste sobre? Acredito que nem terminei de ler sua opinião. Copiou e colou? Para quê você perder seu tempo e espaço com palavras que nem são as suas?!

Respondendo estas perguntas deixei claro as razões para raramente comentar em blogs. Posso até gostar do quê li, mas não me senti motivado a opinar sobre o assunto. Just it. 

E não foi desta vez

E o Blogsome resolveu falhar por um dia. Por um momento, pensei que tinha perdido tudo que tinha escrito por aqui. Acho que esse blog tem coisas boas e faria falta não ter mais os textos. Pretendo usá-los no futuro, então, irei salvá-los assim que chegar em casa.

Agora estou no trabalho, fazendo um daqueles serviços que me fazem repensar sobre meus próximos caminhos profissionais. Depois falarei mais sobre isso.

Gênios esquecidos: Ivan M. Berlucini

Muitos filósofos contribuíram para a evolução do pensamento no decorrer dos tempos. Poderíamos dizer que, através de suas mentes, a visão de mundo contemporânea foi moldada. Mas dentre todos os colaboradores para nosso crescimento racional, um deles caiu no esquecimento. Estou falando de Ivan M. Berlucini, o criador do "movimento de posicionar a mão no queixo e parecer um sujeito intelectual".

Berlucini nasceu em uma família italiana pobre, no século XIII. Passou por uma infância difícil, onde não tinha chances de estudar. Não que quisesse estudar, pois preferia passar horas jogando seu PlayStation 5 a.C. (já em desuso na época).

O jovem Ivan cresceu e, naturalmente, veio o interesse em relação ao sexo oposto. Entretanto, a moda entre a juventude neste período da história era estudar e pensar. Ser filósofo era considerado sexy. Tal período histórico teve seu fim juntamente com o início da novela Malhação.

Aqueles anos de estudo desperdiçados por Berlucini começaram a lhe fazer falta. "Como farei para pegar alguma gostosa sem nunca ter lido Voltaire?", pensava aquele aspirante a tarado, sem saber ao menos que naquela época Voltaire ainda não tinha nascido. Era um ignorante completo.

Foi então que conseguiu convidar uma bela ninfeta para um debate sobre o mito dos deuses criados para… Bem, se querem saber, nem eu sei qual era o nome certo desse debate. Jovelina era o nome dela. Apesar do nome, era linda. Ela adorava debate sobre metafísica. Passava horas conversando sobre isso com as amigas ao telefone.

O debate, como previa Berlucini, caminhava sendo um saco. Foi então que levantou o braço no momento em que foram abertas as inscrições para perguntas. Sua pergunta era sobre onde ficava o banheiro, mas antes de conseguir fazê-la, sentiu sono e bocejou com tanta força que deslocou o maxilar. Naqueles tempos, deslocar o maxilar era considerado ridículo, passivo de ser taxado como "paspalho".

Não podia dar uma mancada dessas na frente de Jovelina e, para disfarçar, resolveu ficar numa posição semelhante ao "Pensador" de Rodin. Foi quando o mediador do debate disse a Ivan que podia fazer a pergunta. Ivan não a fez e continou naquela posição. Foram 10 segundos de silêncio total com todos olhando para ele. Em seguida, vieram 3 minutos de aplausos consecutivos.

Ivan Berlucini acabava de criar o famigerado "movimento de posicionar a mão no queixo e parecer um sujeito intelectual", salvando assim milhões de pseudo-intelectuais que até hoje o utilizam. Agora não era mais preciso pensar, bastava agora fazer a pose. Aquela foi uma noite muito feliz, salvo o fato de ter se urinado.

Sobre o concurso…

O e-mail voltou. Não consegui enviar meu texto para o Concurso Literário da Revista Piauí, então, como prometido anteriormente, irei postá-lo agora. Ele vai chegar até vocês no seu formato original, sem adaptações.